
Era uma vez dois rapazes, um mais velho e o outro mais novo.
O irmão mais velho foi cortar lenha e viu um velho.
O velho disse:
- Bom dia!
O irmão mais velho respondeu:
- Bom dia!
O velho pediu ao irmão mais velho que partilhasse consigo o seu almoço. Mas, o irmão mais velho disse:
- Nem pensar!
O velho foi-se embora e após alguns passos transformou-se em anão e adormeceu.
Passadas algumas horas, o anão que se transformou em velho, acordou e viu o irmão mais novo e cumprimentou-o:
- Bom dia!
- Bom dia! – Respondeu o irmão.
O velho perguntou-lhe se ele queria partilhar a sua comida ao que o rapaz respondeu:
- Claro que sim! Não me importo nada em partilhar a minha comida consigo.
Quando o rapaz abriu a sua bolsa ficou surpreendido. A comida tinha-se transformado e era muito melhor. O rapaz dividiu o pão e o vinho e deu metade ao velho. Quando já tinham acabado de comer, o velho disse ao rapaz que ele ia ter uma surpresa e que a devia procurar na árvore mais alta e mais velha da floresta.

O rapaz foi até à árvore e viu-a a brilhar. Cortou-a e encontrou um ganso de ouro. À noite, com pena do ganso estar com frio levou-o para casa.
No caminho de casa os vizinhos repararam que o rapaz tinha um ganso de ouro. Três raparigas que viviam numa pousada queriam as asas do ganso para ficarem ricas.
Então convidaram o rapaz para dormir na pousada. Deram-lhe muita comida para que ele adormecesse rapidamente. Logo que ele adormeceu, enfartado de tanta comida, elas levaram-no para o quarto e roubaram o ganso.
As três irmãs ficaram coladas ao ganso. O rapaz acordou e viu as três irmãs coladas ao ganso. As meninas pediram ajuda a diversas pessoas e todos ficaram colados ao ganso.
Só o rapaz mais novo é que não ficou colado ao ganso.
O rapaz decidiu levar o cortejo ao farmacêutico. O farmacêutico deu-lhe um remédio para separar as pessoas do ganso, mas o remédio não funcionou.
O Rei chamou o estranho cortejo ao palácio para ver se conseguiam fazer a princesa rir-se.
Eles conseguiram fazer ris a princesa.
O rapaz e a princesa casaram-se e foram felizes para sempre!
Texto colectivo do 3.º Ano de Escolaridade da professora Cristina Assunção
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