sábado, 19 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O Pinheiro Descontente





No meio da floresta, vivia um pinheirinho muito envergonhado. Queixava-se ele de que tinha umas folhas insignificantes, tão magras e aguçadas, que as outras árvores, por troça, diziam:
- Tu não tens folhas. Tens agulhas, em vez de folhas.
Isso custava-lhe. Magoava-o. Entristecia-o.
A fada Flora, para alegrar o pinheirinho, vestiu-o, uma vez, de oiro e de prata.
Estava lindo. Sentiu-se outro. Perdeu as mágoas.
Mas um ladrão, que se tinha escondido na floresta, ao ver tal fortuna em ouro e prata, roubou-lhe as folhas todas.
Ficou o pinheirinho num grande desespero. O tronco e os ramos tiritavam, despidos de folhas.
Então, a fada Flora voltou a condoer-se do pinheiro triste e nu.
Fez uma nova mágica e o pinheirinho, no dia seguinte, acordou coberto de agulhas de vidro tilintante.
Assim, sim! Nada podia acontecer-lhe de mal, porque o vidro não atrai cobiça.
Só não contava com o vento, que veio a correr, para admirar de perto tal maravilha.
Desastrado como ele é sempre, abanou a pequenina árvore tanto que as folhas de vidro bateram umas nas outras. Caíram no chão e partiram-se.
Lamentou-se o pinheirinho:
- Afinal, mais me valiam as minhas antigas folhas verdes e aguçadas.
A fada Flora, cheia de paciência, tornou a dar-lhe o fato antigo de árvore verdadeira.
Talvez ela já tivesse calculado que assim voltaria a acontecer. Talvez ela tivesse feito tudo de propósito...
Fosse como fosse, o pinheirinho estava, finalmente, feliz.
De longe em longe, muito de longe em longe, não disfarça um curto suspiro de saudade:
- Que bem que eu ficava, vestido de ouro e prata. E que bonito, todo coberto de vidro.
Mas é um pensamento de raspão e passa-lhe depressa.
No entanto, a lenda conta que alguém, adivinhando os pensamentos do pinheirinho, resolveu enfeitá-lo com lindas bolas de vidro de todas as cores e fios de prata e de ouro a fingir.
Assim nasceu o pinheiro de Natal.

António Torrado

escreveu


Cristina Malaquias

ilustrou

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ERA UMA VEZ... UM ASTRONAUTA!

Numa noite muito fria, no espaço, havia uma nave espacial muito reluzente.

Dentro da nave vivia um astronauta que tinha três macacos como animais de estimação. Um dos macacos tinha uma banana de ouro.

A banana era especial porque era mágica. Quem tinha esta banana, na mão, conseguia viajar no tempo.

O macaco Xavier tinha a banana na mão e quando deu por isso, estava já no meio dos dinossauros.

Os dinossauros, quando viram o macaco distraído, pegaram na banana e desataram a fugir.
Aflito, o dinossauro mais pequeno engoliu a banana, mas logo de seguida sentiu uma enorme dor de barriga.

Na manhã seguinte, o dinossauro começou a sentir uma sensação estranha.

Quando olhou para a pata, "Que susto"! A pata tinha desaparecido.

Desesperado tentou falar com o macaco, porém não conseguiu porque eles não falavam a mesma língua.

Quando o dinossauro já estava quase a desaparecer, viu uma sombra a aproximar-se. O dinossauro gritou:

- SOCORRO!

Um astronauta que estava na nave ouviu aquele grito desesperado e horroroso a pedir socorro e veio ajudar.

De repente, o astronauta apercebeu-se que o dinossauro estava sob o efeito da banana e deu-lhe um antídoto.

O astronauta disse ao dinossauro que tinha que procurar o cristal amarelo para ficar curado.
Depois de procurar, durante algum tempo, no meio de uma silvas o dinossauro encontrou o cristal amarelo.

Com a ajuda do astronauta o cristal foi colocado na cabeça do dinossauro e... SURPRESA!!! O pesadelo chegou ao fim.


Texto Colectivo da turma do 3.º Ano de Escolaridade da prodessora Cristina Assunção

O ganso de ouro


Era uma vez dois rapazes, um mais velho e o outro mais novo.

O irmão mais velho foi cortar lenha e viu um velho.

O velho disse:

- Bom dia!

O irmão mais velho respondeu:

- Bom dia!

O velho pediu ao irmão mais velho que partilhasse consigo o seu almoço. Mas, o irmão mais velho disse:

- Nem pensar!

O velho foi-se embora e após alguns passos transformou-se em anão e adormeceu.

Passadas algumas horas, o anão que se transformou em velho, acordou e viu o irmão mais novo e cumprimentou-o:

- Bom dia!

- Bom dia! – Respondeu o irmão.

O velho perguntou-lhe se ele queria partilhar a sua comida ao que o rapaz respondeu:

- Claro que sim! Não me importo nada em partilhar a minha comida consigo.

Quando o rapaz abriu a sua bolsa ficou surpreendido. A comida tinha-se transformado e era muito melhor. O rapaz dividiu o pão e o vinho e deu metade ao velho. Quando já tinham acabado de comer, o velho disse ao rapaz que ele ia ter uma surpresa e que a devia procurar na árvore mais alta e mais velha da floresta.



O rapaz foi até à árvore e viu-a a brilhar. Cortou-a e encontrou um ganso de ouro. À noite, com pena do ganso estar com frio levou-o para casa.

No caminho de casa os vizinhos repararam que o rapaz tinha um ganso de ouro. Três raparigas que viviam numa pousada queriam as asas do ganso para ficarem ricas.

Então convidaram o rapaz para dormir na pousada. Deram-lhe muita comida para que ele adormecesse rapidamente. Logo que ele adormeceu, enfartado de tanta comida, elas levaram-no para o quarto e roubaram o ganso.

As três irmãs ficaram coladas ao ganso. O rapaz acordou e viu as três irmãs coladas ao ganso. As meninas pediram ajuda a diversas pessoas e todos ficaram colados ao ganso.

Só o rapaz mais novo é que não ficou colado ao ganso.

O rapaz decidiu levar o cortejo ao farmacêutico. O farmacêutico deu-lhe um remédio para separar as pessoas do ganso, mas o remédio não funcionou.

O Rei chamou o estranho cortejo ao palácio para ver se conseguiam fazer a princesa rir-se.

Eles conseguiram fazer ris a princesa.

O rapaz e a princesa casaram-se e foram felizes para sempre!

Texto colectivo do 3.º Ano de Escolaridade da professora Cristina Assunção


A Bela, o ganso e o João Trapalhão

Era uma vez um menino chamado João Trapalhão que vivia numa aldeia distante, morava com os pais e o irmão mais velho que era mais trabalhador do que o João.

No entanto, o João, o "caçula" da família, respeitava a Natureza, as pessoas da aldeia e era muito bondoso.

Certo dia apareceu na aldeia uma bela princesa, muito esguia, com cabelos loiros, compridos e encaracolados. Queria falar com o João. Tinha ouvido dizer que o rapaz possuía um ganso mágico.

A princesa sabia que o ganso punha ovos de ouro. Apesar de ela ser rica, queria os ovos para ajudar todos os pobres da aldeia.

Andou, andou... até à casa do João.

Quando lá chegou bateu à porta e pediu ao João para entrar.

Ao que o João respondeu:

- Sim, minha princesa, pode entrar.

- Quero pedir-lhe alguns ovos. Os ovos não são para mim, mas, para ajudar todos os pobres da aldeia.

- Ofereço-te dezassis ovos. - disse o João.

- Obrigada por me dares os ovos para ajudar os mais pobres.

A princesa encaminhou-se para a aldeia e pelo caminho, encontrou um pobre com fome e sede.

- Pode dar-me, qualquer coisita? - perguntou o homem - os meus filhos nada têm que comer.

Claro que sim! Leva este ovo e nada mais te faltará.

- Muito obrigado.

A Princesa sabendo as dificuldades das pessoas da aldeia, distribuíu todos os outros ovos.

Naquela aldeia as pessoas vivem felizes à custa dos ovos de ouro. Nada mais lhes faltou!

Com muito per-lim-pm-pim, a história chegou ao fim.


Texto colectivo do 4.Ano da turma da professora Alexandra

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Maria Castanha

Na sala do 4.º Ano de Escolaridade da professora Alexandra, houve criatividade!


A Maria Castanha

O 3.º Ano da professora Cristina Assunção representou assim a história da Maria Castanha!


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

BEM VINDOS...




Aqui, neste espaço, vamos viajar para o mundo dos sonhos, da imaginação e da fantasia!


Vamos:

"Ouvir contar histórias na infância leva à interiorização de um mundo de enredos, personagens, situações, problemas e soluções, que proporciona às crianças um enorme enriquecimento pessoal e contribui para a formação de estruturas mentais que lhe permitirão compreender melhor e mais rapidamente não só as histórias como os acontecimentos do seu quotidiano."

(Plano Nacional de Leitura Ler +)


Esperamos pelas tua sugestões...